Velhice?

•Fevereiro 29, 2008 • Sem Comentários

No passado fim de semana, fui jogar um joguito de futsal com amigos meus. Futsal é um dos meus hobbies favoritos, talvez como grande parte de vocês, eu gosto de jogar um bom joguito com os meus amigos e por uns momentos, pensar que sou um ás da bola. Pelo menos pensar…

 Por acaso até foi um jogo bastante competitivo, o que me valeu um ligeira dor nas costas, “algum toque que levei nas costas”, pensei eu. Ainda foi o suficiente para fezer um pequeno tratamento com sacos de água quente e pomada. Contudo, chegado Segunda-Feira, dia do principal jogo de futsal (ui até parece que vou jogar a liga dos campeões), já me sentia em forma para jogar a minha “jogatana”.

 Até estava a ser um jogo engraçado mas por volta da hora de jogo, ao fazer um belo golo de um lado ao outro do campo, com uma ajuda do guarda-redes, eis que sinto uma ligeira picada nas costas. Lá pensei, “olha, afinal ainda não estou a 100%”, mas pronto não liguei muito e lá continuei, até que num sprint, uma enorme dor me surgiu, de tal forma que pensei que me iria partir ao meio, e a parte do meu tronco iria cair ao lado das minhas pernas. Foi uma sensação de dor tão intensa que me senti um pouco em pânico, sem saber o que fazer. Assim que esse pânico passou, sai de campo, tentei relaxar e esticar-me para tentar aliviar esta dor que me prendia de um certo modo os movimentos. E mesmo assim, com estas dores, estava desejando que esta dor passasse para que voltasse a entrar em campo (granda maluco!!!), tal não é o vício de jogar.

Lá tive de fazer mais uns sacos de agua quente, e pomadas no intuito de aliviar esta dor, o pior é que não aliviava muito e no dia a seguir tinha de ir trabalhar, e pior!!!! ia ficar todo o dia sozinho no escritório. Tinha mesmo de ir. Foi um dia de sacrifício, sem conseguir mexer bem o braço direito, e desejando que nenhum objecto caisse ao chão, pois nesse dia estava mesmo muito longe!

No final do dia, e após a sugestão de alguns amigos, familia e afins, decidi ir ao hospital. Não sei porquê, mas tenho uma enorme aversão a hospitais, pelo menos quando estou com algum problema. Não é que tenha já ido muitas vezes lá, mas sei que me esperam muitas mais se chegar a velho. Após uma hora e tal de espera e de uma consulta flash de 3 minutos (normal…), lá foi descoberto que não tinha nada senão uma pequena lesão muscular (tipo torcicolo mas nas costas), e apenas me foi acrescentado ao tratamento uns analgésicos, e uns dias de repouso.

E cá estou eu, 5 dias depois, já com poucas dores, mas a fazer sacos de água quente à noite antes de deitar, a por pomada ao deitar e acordar, e a tomar os ditos analgésicos. Epá nem sabem o chato que é querer fazer qualquer coisa e ter de estar de repouso, ainda por cima hoje até tinha uma “jogatana” com o pessoal. Ah!!! Que frustração!!!

Estas situações fazem-me pensar, “será que quanto mais velho mais coisas destas me vão acontecer?”, isto será o principio de uma velhice, se há coisa que gosto bastante é de fazer desporto, principalmente futebol, e quando não posso jogar por estes motivos ou por reuniões, fico mesmo frustrado e da minha cabeça custa a sair a idéia do jogo que poderia estar a fazer. Já me chega a frustração que tenho e guardo para toda a minha vida, de a minha mãe nunca me ter deixado ir para o futebol. Não é que pudesse ser uma estrela, ou singrar nesse meio, mas pelo menos poderia ter tido uma opurtinidade, e a consciência teria ficado limpa, mas enfim isso são outros assuntos.

Volatando à lesão, será que agora vou ficar com esta zona fragilizada? Como o meu pescoço desde que tive o meu primeiro torcicolo. Eu espero que não, porque detesto estar parado e qualquer dia poder vir a ter algo mais sério por ter multiplas lesões no mesmo sitío, é algo que me apavora. Mas pronto, agora pareço um velho com dores nas costas. Mas brvemente irão passar e voltarei a estar com o pessoal, a tentar acertar com os pés na bola.

 Até ao próximo desbafo.

Chocolate

•Fevereiro 17, 2008 • Sem Comentários

Vai um golinho??

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Talvez seja melhor não beber…

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Dia de S. Valentim

•Fevereiro 16, 2008 • Sem Comentários

Ora aqui está  mais um dia dedicado ao consumismo. Para mim um daqueles dias que não consigo gostar nem á paulada, e tenho várias razões para tal.

Sinceramente é um dia em que o significado foi há muito esquecido por todos (não é que o Natal não o tenha vindo a ser, mas devido ao mediatismo que o envolve, dificilmente será esquecido o verdadeiro motivo, mesmo que fique na nossa memória “secundária”), este passou a ser o dia do estereotipo do namorado ter de comprar o ramo de flores à namorada, o cartão, organizar o jantar mais meloso possivel, e o resto da noite já sabemos… Até podem muitos dizer que “Ah não, eu faço isto porque gosto muito da minha namorada e tal…”, não é que não seja verdade, mas garanto que uma boa percentagem tem muitas vezes um trabalho dos diabos para tentar antingir a meta da noite. Ah pois é.

Mas pronto, isso cada um faz o que quiser, agora eu, epá se há coisa que não consigo é estar uma enternidade numa fila pra comprar um ramo de flores, as quais toda a gente compra igual, tipo clones, as “tipicas rosas vermelhas”, de seguida ir marcar um jantar num restaurante, porque senão passa-se uma noite inteira à procura de um restaurante, a saltar de um lado para o outro, e jantar num local onde toda a gente faz o mesmo, aos casalinhos. Epá não é que eu não seja romantico, mas o que há de romantico em estar num sitio em que todos fazem o mesmo ao mesmo tempo. Do meu ponto de vista, o romantismo tem de ter uma grande dose de originalidade, de privacidade e de intmidade. Os restaurantes mais parecem o Alto de S. Bento com uma data de carros de vidros embaciados. Mesmo para quem não é de Évora, acho que deu para perceber…

E já agora, alguém sabe o porquê do dia de S. Valentim estar associado ao dia dos Namorados?? Sabem?? Vá sem consulta a livros ou internet… Pois é… Duvido que saibam. Mas como eu não gosto de os deixar pendurados, aqui fica a explicação:

Num determinado país, que se encontrava em guerra, foi atingido um ponto de escassez de soldados para combater, muitos dos homens desse país recusavam-se a ir combater por terem uma família para sustentar. Desse modo foi establecido que nenhum jovem poderia casar. Esta foi uma lei bastante impopular, contudo, existia um bispo nesse país, de nome Valentim, que se recusava a obedecer a tão discriminatória lei. Assim, o bispo realizava casamentos às escondidas, sem que as autoridades do país o detectassem. Mas como é sabido, esse tipo de procedimentos são descobertos mais cedo ou mais tarde, e assim o aconteceu. O bispo foi descoberto, e condenado ao enforcamento. Posteriormente, foi elevado a S. Valentim e associado aos casais de namorados pela vida que levou enquanto bispo.

Pronto, agora que já sabem, vou continuar o meu desabafo, ehehe.

Sem dúvida que deve existir um dia em que os casais devem comemorar a sua relação, mas não terá mais lógica comemorar o dia que se faz anos de namoro? Quando um casal casa, deixam de ser namorados, passam a comemorar, ou não, o aniversário de casamento. Ora então porque é que os namorados terão um dia, consumista, ligado a eles e os casados não o terão? Ainda há aqueles que também dizem “Mas nos mesmos casados comemoramos o dia dos namorados…”, epá, ainda mais uns a encherem um dia que já está lotado, e bem!!!

Ora por isso é que no dia em que faço anos de namoro, compro um prendinha pra minha namorada, janto com ela, se for possível. E acreditem que é um sossego, não há aquela correria aos restaurantes, há uma maior privacidade e consequentemente uma maior intimidade. Sem dúvida que a produtividade desse dia é bastante maior!!

Ainda me podem dizer, “ah e tal, e aqueles casais que o namoro não dura um ano?”. Epá temos pena, é porque a relação também não iria ser grande coisa, por isso para quê comemorar, só por fogo de vista? O exebicionismo é fatela!!

Bom acho que já deixei bem presente a minha opinião, sei que é polémica e vais fazer correr muita tinta (ui como se eu fosse famoso)… Mas também tenho de confessar, eu sei que a minha namorada não é da minha opinião e a deixaria muito magoada (penso eu) se não ligasse a este dia, por isso lá comprei um cartão, e fui beber um cafézinho com ela. Epá eu sei que é cuspir no prato, mas também não posso pensar só em mim. Eu tenho a minha opinião, ela sabe, e ficou aqui descrita. Mas numa relação tem de haver partilha, compreensão e cedências de ambas as partes, daí o nosso dia, ter sido um meio termo do padrão.

 S. Valentim

Até ao proximo desabafo.

Begginer

•Fevereiro 13, 2008 • Sem Comentários

Epá, isto de deixar as coisas ameu gosto é complicado. Blog novo, comandos novos, tudo novo… e lá vai o Fadista a explorar as opções disponiveis por forma ás ideias ganharem forma. Mas não é fácil. uma tentativa de colocar uma opcção nova… frustrada, e tenta-se mais alguma imagem… e não se consegue. Uf, perde-se mais tempo que eu sei lá… Bem que as vezes a minha namorada lá resmunga “não sei como é que voces conseguem ter paciência para isso”, e realmente aptece-me dar-lhe razão, mas por outro lado, eu até gosto de andar a inventar, a tentar, “a perder tempo” nestas coisas. Quando chegamos ao fim e vemos alguma coisa feita, dá-nos um reforço ao nosso ego. “É simples, é fraquito, epá mas ao menos é meu, fui eu que fiz.” Perder tempo? Talvez se possa considerar sim um não perder tempo em outras coisas, ou mesmo, não perder tempo a fazer nada!!

Eu bem tentei deixar algumas coisas assim a modos que diferentes, mas já não tá mau. Agora quanto a voces que visitam o blog, epá se na gostrem dele digam o que não gostam, epá mas pra dizerem, é favor dizerem também como é que se faz para alterar. Pois idéias que não sejam construtivas mais valem nem piar.

Até ao proximo desabafo.

Olá…

•Fevereiro 12, 2008 • 1 Comentário

Um início… começo… fim… sei lá!

Foi um convite de um amigo que me inciou a idéia, não sei se lhe diga “Obrigado amigo pela fonte de criatividade que este tipo de ‘anuncios’ suscita!! :)” , se lhe diga “Fogo!!! Mais uma cena pra me ocupar o pouco tempo que tenho!!”.

 De qualque modo, só cá cai porque assim me apeteceu, e já que esta vontade se despertou ou sei lá. Cá vou eu criar um local onde mostro, a quem se der ao trabalho de perder horas a navegar de Blog em Blog, (talvez sem rumo na vida, acho eu), ou a quem me conhece e quer ver o quão mais maluco pareço, o que se passa na minha vida.

 Mas não pense quem aqui vem que me vou desbocar todo com tudo o que me vai na alma, ou que vou fazer um diário (Isso é uma beca de gaja!! Não é?). Será apenas um local onde irei marcar os pontos da minha vida, que ache que valem a pena e, que marcam o dia a dia da minha vida. Acho que é o sufuciente e já dá um bom trabalhinho. Ui ui!!

Sem demoras, e porque já vai tarde, (quer dizer, tá a começar a série que quero ver) não vou acrescentar nada mais hoje a este post, já tá o ridiculo o suficiente e já deu mais trabalho que a ecomenda.

 Sendo assim,

Até ao próximo desabafo.